do Escada.com
Oito trabalhadores que faziam a catação do lixo no aterro sanitário em Escada estiveram hoje (28) na Câmara Municipal para conversar com o representante da empresa Locar, Andrés Luis, responsável pelo maquinário, e com o presidente da Casa Legislativa, Rinaldo Lima (Cara Veia).
Os trabalhadores reclamam da falta de definição e funcionamento do aterro. Segundo eles, 14 famílias dependem da renda obtida na coleta e seleção do lixo. Há três meses que eles não recebem os R$ 300,00 de um acordo mantido com a prefeitura.
Os trabalhadores reclamam da falta de definição e funcionamento do aterro. Segundo eles, 14 famílias dependem da renda obtida na coleta e seleção do lixo. Há três meses que eles não recebem os R$ 300,00 de um acordo mantido com a prefeitura.
“A minha revolta é que o prefeito bota gente de fora pra trabalhar e não bota o cidadão daqui pra ganhar o seu pão” afirmou um dos representantes da comissão. “A família da gente precisa comer”, disse outro catador indignado.
Apesar de ter sido convidada para esclarecer o problema, a Secretária de Planejamento e Gestão, Teresinha de Jesus Melo, não compareceu. Em oficio, ela informou que está aguardando do Prorural os “equipamentos para instalação do centro de triagem para seleção do lixo reciclável”.
A comissão deve se reunir na próxima sexta-feira na Câmara Municipal para buscar uma audiência com o consórcio ConSul para tentar resolver o impasse.






