O ex-deputado e advogado Carlos Lapa (PP) contestou hoje, em nota publicada no Diario de Pernambuco, a exigência do Ministério Público de que cada partido ou coligação deve ter 30% de candidatos do sexo feminino para o registro de uma chapa proporcional.
Segundo ele, “esse não é o espírito da Lei”. Lapa diz que o Ministério Público está equivocado, pois os partidos não são obrigados a preencherem esta cota caso não tenham um número de mulheres suficiente para disputar. Alcançando 70% dos candidatos do sexo masculino, a chapa tem que ser registrada. “Não tendo mulheres, essa carga de 30% não pode ser preenchida com homens”, explica.







