Blog do Inaldo Sampaio
Por 4 votos contra 3, a Câmara Municipal de Moreno rejeitou ontem à noite o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro de 2015. Pela Constituição, a LDO teria que ser votada até 17 de julho a fim de embasar a confecção do orçamento do próximo ano. No entanto, por questões de natureza política, a maioria dos vereadores presentes à sessão rejeitou o projeto enviado à Casa pelo prefeito Adilson Gomes Filho (PSB) supostamente por não terem ideia do dano que poderão causar ao município.
Sem orçamento aprovado pelo Poder Legislativo, o prefeito poderá gastar apenas, em 2015, 1/12 avos do orçamento de 2014 a cada mês, só para manutenção dos serviços públicos. E resolver o problema na Justiça. O presidente da Câmara, Admilson Barbosa (PSD), aliado do prefeito, votou a favor, assim como os vereadores Carlos Costa (PSB), Patrícia Brasil (PSB), Givaldo Gonçalo (PPS) e Dicinho de Massaranduba (PSDC).
Votaram contra os seguintes vereadores que votam no senador Armando Monteiro (PTB) para o Governo do Estado:
a) Rael Cabeleireiro (PP), que na Comissão de Justiça votou a favor e contra no plenário;
b) Pedro do Sindicato (PMDB);
c) Ana Matos (PSDB);
d) Irapoan Neves (PSDB), que na Comissão de Finanças votou a favor e contra no plenário;
e) Rubem do Bar (PSDC), que Comissão de Finanças votou a favor e contra no plenário;
O único ausente da sessão foi o vereador Severino Cesário (PT), que também é eleitor de Armando Monteiro. Como o senador não comunga com essas práticas, o “quinteto” está sujeito a levar um “puxão de orelhas” por estar confundindo “interesse eleitoral” com o “interesse do município”.








