EFE
Trinta e um jornalistas morreram no mundo em atos de violência nos primeiros três meses de 2012, o que representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período de 2011, informou nesta segunda-feira (2) a Campanha Emblema de Imprensa (PEC, na sigla em inglês). O segundo país mais perigoso para os jornalistas foi o Brasil, onde cinco profissionais da imprensa perderam a vida de maneira violenta no primeiro trimestre de 2012. A pior situação é a da Síria, onde nove jornalistas morreram, cinco estrangeiros e quatro repórteres do país árabe, informou a PEC, que considerou em comunicado que estes dados refletem “uma tendência alarmante e demonstra que a segurança do trabalho dos jornalistas piorou no início deste ano.
Na Somália, três jornalistas morreram, e na Índia, Índia, Bolívia e Nigéria, dois repórteres perderam a vida de maneira violenta. A PEC registrou uma morte em cada um destes países: Afeganistão, Colômbia, Haiti, Honduras, México, Paquistão, Filipinas e Tailândia.







