“Esse procedimento deverá ocorrer imediatamente após a apresentação da cédula à instituição financeira”, diz o BC, em nota. Os bancos deverão enviar as cédulas manchadas ao Banco Central e arcar com os custos dos serviços de análise e reposição das cédulas danificadas.
O chefe do departamento de Meio Circulante do Banco Central, João Sidney de Figueiredo Filho, afirmou nesta quinta-feira (9) que os ajustes no regulamento sobre notas manchadas por dispositivo antifurto levam em conta a boa-fé das pessoas e não atrapalham o objetivo de se desestimular os roubos de caixas eletrônicos.
Segundo ele, ao definir sua regulamentação, o BC olha a questão dos roubos, buscando inibir os assaltos aos caixas eletrônicos, mas considera também o interesse social. Nesta quarta, o Banco Central mudou a regulamentação, determinando que quem sacar dinheiro manchado será imediatamente ressarcido pelo banco em que é correntista.







