Estabelecida a insegurança jurídica na presidência da Casa Diogo de Braga.
O Presidente Mano Holanda abriu a Sessão às 20 horas, submetendo em seguida ao 1º Secretário Everaldo Arruda à leitura da Ata da Sessão anterior. Da qual, surpreendemente, foi rejeitada em plenário por quatro votos a dois.
A rejeição da Ata gerou bastante agitação na Casa Diogo de Braga, pois para o Vereador Pedro Queiroz, tendo a Ata rejeitada em plenário, a Sessão anterior que efetivou a Eleição de José Aglaílson para presidente e outros cargos da Mesa Diretora estariam anuladas.
Mesmo com toda essa especulação o assunto não foi discutido pelos parlamentares na Tribuna. O único vereador inscrito foi o presidente Mano Holanda que fez um breve pronunciamento. No mais, foram lidos alguns Requerimentos e logo após a Sessão foi encerrada.
As especulações continuaram com o término da Sessão. As dezenas de pessoas que estavam nas galerias da Casa Diogo de Braga comentavam sobre as afirmações do vereador Pedro Queiroz, quanto a possível anulação da eleição da Mesa. O único a comentar sobre o assunto foi o vereador André de Bau que reafirmou sua posição na defesa da eleição da Mesa, do qual foi eleito 2º Secretário, eximindo-se de comentar as afirmações de Pedro Queiroz.
Já no apagar das luzes quem chegou foi o Vereador José Aglaílson, visto que a maioria dos vereadores já haviam saído das dependências da Câmara. O parlamentar que estava licenciado e assumiu novamente sua vaga para disputar a presidência, entrou no gabinete de Mano Holanda e pouco depois se retirou sem se pronunciar. Contudo, fica na Câmara de Vereadores um clima de suspense no ar e a dúvida sobre o futuro do Poder Legislativo municipal.
por Everton Alambergue,
enviado especial à Câmara.







