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Ata da Eleição da Mesa da Câmara de Vitória é rejeitada

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Estabelecida a insegurança jurídica na presidência da Casa Diogo de Braga.
A Sessão da terça-feira (19) na Câmara de Vereadores da Vitória de Santo Antão depois de cinco dias da polêmica eleição da Mesa Diretora que elegeu o vereador José Aglailson presidente, disputa vencida por seis votos a quatro para o vereador Pedro Queiroz, acabou tendo um caso incomum e inusitado.

Nesta Sessão estiveram presentes os vereadores Mano Holanda (PMDB), Everaldo Arruda (PSDB), Pedro Queiroz (PPS), Irmão Duda (PSDC), Sylvio Gouveia (PSB), André de Bau (PMN) e Frazão (PR).
As ausências ficaram por conta dos vereadores José Aglaílson, Geraldo Enfermeiro, Dr. Saulo e Novo da Banca (todos do PSB).

O Presidente Mano Holanda abriu a Sessão às 20 horas, submetendo em seguida ao 1º Secretário Everaldo Arruda à leitura da Ata da Sessão anterior. Da qual, surpreendemente, foi rejeitada em plenário por quatro votos a dois.

A rejeição da Ata gerou bastante agitação na Casa Diogo de Braga, pois para o Vereador Pedro Queiroz, tendo a Ata rejeitada em plenário, a Sessão anterior que efetivou a Eleição de José Aglaílson para presidente e outros cargos da Mesa Diretora estariam anuladas.
Mesmo com toda essa especulação o assunto não foi discutido pelos parlamentares na Tribuna. O único vereador inscrito foi o presidente Mano Holanda que fez um breve pronunciamento. No mais, foram lidos alguns Requerimentos e logo após a Sessão foi encerrada.

As especulações continuaram com o término da Sessão. As dezenas de pessoas que estavam nas galerias da Casa Diogo de Braga comentavam sobre as afirmações do vereador Pedro Queiroz, quanto a possível anulação da eleição da Mesa. O único a comentar sobre o assunto foi o vereador André de Bau que reafirmou sua posição na defesa da eleição da Mesa, do qual foi eleito 2º Secretário, eximindo-se de comentar as afirmações de Pedro Queiroz.

Já no apagar das luzes quem chegou foi o Vereador José Aglaílson, visto que a maioria dos vereadores já haviam saído das dependências da Câmara. O parlamentar que estava licenciado e assumiu novamente sua vaga para disputar a presidência, entrou no gabinete de Mano Holanda e pouco depois se retirou sem se pronunciar. Contudo, fica na  Câmara de Vereadores um clima de suspense no ar e a dúvida sobre o futuro do Poder Legislativo municipal.



por
Everton Alambergue,
enviado especial à Câmara.