Matou “para não perder a viagem” , foi assim que a PC explicou morte de Alcides na apresentação de Guigo
A
cuado, João Guilherme Nunes da Costa, 29, o Guigo, suspeito do assassinato do estudante de Biomedicina Alcides do Nascimento Lins (foto), 22, foi apresentado ontem (27).
A Polícia Civil confirmou que o assassinato ocorreu por banalidade, uma vez que o acusado, juntamente com seu sobrinho de 16 anos, preso sete dias depois do crime, queriam executar um vizinho e amigo da vítima, conhecido por Saúba. Eles bateram à porta do alvo, que conseguiu se esconder e, “para não perder a viagem”, segundo explicou o delegado Izaías Novaes, decidiram executar Alcides.
cuado, João Guilherme Nunes da Costa, 29, o Guigo, suspeito do assassinato do estudante de Biomedicina Alcides do Nascimento Lins (foto), 22, foi apresentado ontem (27).A Polícia Civil confirmou que o assassinato ocorreu por banalidade, uma vez que o acusado, juntamente com seu sobrinho de 16 anos, preso sete dias depois do crime, queriam executar um vizinho e amigo da vítima, conhecido por Saúba. Eles bateram à porta do alvo, que conseguiu se esconder e, “para não perder a viagem”, segundo explicou o delegado Izaías Novaes, decidiram executar Alcides.
“Quando decidiram atirar em Alcides, eles sempre souberam que não era Saúba”, revelou Izaías Novaes. O universitário foi assassinado na frente dos familiares na Vila Santa Luzia, Torre. No dia do crime, segundo o delegado, o adolescente saiu para beber com Guigo. O garoto disse que teria levado um tapa de Saúba e queria “resolver a questão”, sugerindo a execução do alvo.
A dupla foi até à casa ao lado e encontraram Alcides e sua mãe, Maria Luiza Nascimento. Eles travaram discussão com os criminosos, culminando com o primeiro disparo, feito por Guigo.
“Depois de baleado, Alcides levantou a mão pedindo ajuda e Guigo disse ‘vai tu mesmo’, sem misericórida à vítima”, detalhou o delegado. “Nessa hora, o acusado voltou para a moto e disse: ‘vá lá e faça o segundo (tiro)’. E o sobrinho deu o tiro de misericórdia, completando o homicídio”, acrescentou.
“Depois de baleado, Alcides levantou a mão pedindo ajuda e Guigo disse ‘vai tu mesmo’, sem misericórida à vítima”, detalhou o delegado. “Nessa hora, o acusado voltou para a moto e disse: ‘vá lá e faça o segundo (tiro)’. E o sobrinho deu o tiro de misericórdia, completando o homicídio”, acrescentou.
Segundo o gestor do GOE, Cláudio Castro, a prisão de Severino Ramos Gonçalves, de 31 anos, o Siri, comparsa de Guigo, na segunda-feira, revelou o local onde Guigo estaria na tarde de ontem.
“Na manhã de ontem, enviamos policiais para o local onde ele (Guigo) chegaria e ficamos na espera. Ele veio de táxi. Ao tentar sair do carro, fizemos abordagem rápida e segura, resultando na prisão”, contou Castro. De acordo com o delegado Izaías Novaes, desde os dias após o sobrinho confessar a participação de João Guilherme, o acusado tinha os passos sendo monitorados pela polícia.
O policial revelou que Guigo conseguiu se esconder na casa de amigos e parentes nos municípios de Vitória de Santo Antão, Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, onde foi preso.
“Na manhã de ontem, enviamos policiais para o local onde ele (Guigo) chegaria e ficamos na espera. Ele veio de táxi. Ao tentar sair do carro, fizemos abordagem rápida e segura, resultando na prisão”, contou Castro. De acordo com o delegado Izaías Novaes, desde os dias após o sobrinho confessar a participação de João Guilherme, o acusado tinha os passos sendo monitorados pela polícia.
O policial revelou que Guigo conseguiu se esconder na casa de amigos e parentes nos municípios de Vitória de Santo Antão, Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, onde foi preso.
João Guilherme estava desarmado e tentou fugir, sendo contido pelos policiais. Com ele, os policiais encontraram uma cédula de identidade e CPF falsas.
O taxista, de acordo com o delegado, não tem envolvimento com o acusado.
O taxista, de acordo com o delegado, não tem envolvimento com o acusado.
(Folha de Pernambuco).






