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Aristides defende que a Câmara divulgue a Revisão da Lei Orgânica

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Em entrevista ao Programa A VOZ DA VITÓRIA pela Rádio Tabocas FM (98,5), na manhã desta sexta-feira (06), o Advogado Aristides Félix Júnior parabenizou os 02 anos do Programa e opinou sobre o novo processo de Revisão da Constituição do Município da Vitória de Santo Antão feito pela sua Câmara de Vereadores.
Contador e Advogado trabalhista, é também representante de alguns sindicatos, Aristides Júnior, é da direção municipal do PT.

“Quero registrar Lissandro a importância para o nosso Município da Rádio Tabocas FM que possui bons comunicadores e destacando naturalmente a sua desenvoltura, o seu desempenho a frente deste Programa, que vem dando uma contribuição significativa a comunicação vitoriense. Quero lhe parabenizar”, ressaltou Aristides.
“Espaços como esse se faz necessário. Isso é muito bom para a democracia. Visto que em momentos de instabilidade institucional a primeira coisa a ser censurada é o rádio”, lembrou. “O Rádio tem um papel fundamental na proximidade com o povo e em escutar as necessidades de nossa população”, defendeu.

Em virtude da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores ter convocado uma nova Revisão na Lei Orgânica, tendo em vista que ela foi elaborada em 1990, sofreu sua primeira Revisão em 2008 e agora ocorre uma segunda Revisão; para Aristides Júnior o debate precisa ser ampliado.

“Na verdade considero que a modificação da Lei Maior do Município precisa ter a participação das pessoas. A Câmara deve fazer uma campanha para informar a população”, considerou. “Penso que uma mexida na Lei Orgânica deveria ser revestida de uma Audiência Pública. Os vereadores devem estar abertos e chamar a sociedade para formalizar a sua intenção”, ressaltou.

Lembrando do primeiro momento quando todos participaram em 1990 da elaboração da Lei Orgânica, Aristides citou que aquele momento foi importante para o movimento popular garantir uma Constituição com a cara do povo de Vitória. “Não existe Lei afastada da vontade e dos interesses da população. É preciso a sociedade acompanhar esta discussão”, reforçou.

por Lissandro Nascimento.